Ataque hacktivista aos BRICS atinge organizações brasileiras

Um grupo que se autodenomina YDIO – sigla de “Your Data is Ours” (seus dados são nossos) – está atacando organizações de todos os países do grupo BRICS. Os ataques, com objetivos claramente ativistas, têm a forma de exposição de informações, entre as quais tabelas de bancos de dados. A razão para atacar a Rússia é a guerra contra a Ucrânia, enquanto os ataques ao Brasil, Índia, China e África do Sul é porque estariam defendendo os interesses da Rússia. Do Brasil, o grupo publicou dados e cópias de documentos que aparentemente pertenceriam a uma seguradora, a uma instituição de pesquisas, a um tribunal e a um resort em Caldas Novas (GO). Embora Belarus não faça parte do grupo BRICS, uma empresa de lá também foi atacada.

Num vídeo, o grupo informa que seria uma evolução de dois outros: Lulz Force e Dark Bloom Sec. Ele se comunica por meio de uma conta no Twitter, um portal na internet e um canal no Telegram que neste momento tem 270 inscritos. Já a conta no Twitter tem 1.184 seguidores. Os ataques fazem parte do que o grupo chama de #OpBrics, numa grafia muito semelhante à utilizada habitualmente pelos operadores do Anonymous, o grupo hacktivista mais atuante.

Aparentemente os ataques começaram em 25 de Junho, data do primeiro post no canal do Telegram, com imagens de possíveis transações de um ponto de vendas na Rússia. O material de organizações brasileiras não parece recente, podendo ter sido obtido de vazamentos antigos: o do tribunal, por exemplo, contém principalmente imagens e cópias de processos com datas de dez anos atrás.

Veja o video em:      https://youtu.be/jQd9wtGehFE



Fonte: https://www.cisoadvisor.com.br/ataque-aos-brics-inclui-organizacoes-brasileiras/

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